Divagações, reflexões e tagarelices.
Penso sua forma.
Percebo.
E suas cores e sons moram
Na consciência.
Na minha própria existência.
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Velocidade queimando-lhe os sentidos
E tudo pode virar um caos,
num piscar de olhos.
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Do lado de cá
Com os meus botões.
Papeis e livros,
Nas mãos
Pó do lápis gasto
Nos desenhos em branco e preto.
Ouço o ruído da noite.
.........
De olhos fechados.
Mãos suaves passeiam
Sobre a pele, o toque liberta.
As sensações
Quantas...
Carinho.
Amor que é um fogo.
Infinito.
...
Saber o que faz bem e não deixar isso escapar é tarefa [quase] impossível.
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Minha memória delicia-se nos sentidos dos seus traços e palavras.