Do lado de cá
Com os meus botões.
Papeis e livros,
Nas mãos
Pó do lápis gasto
Nos desenhos em branco e preto.
Ouço o ruído da noite.
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Domingo, 18 de setembro de 2011.
Ainda é manhã e por agora meus caros,
Vivo como momentos que antecedem o nascimento.
Livre... De tanto fazer arte pela vida afora.
Sinto no rosto a brisa que prever a primavera.
Vejo que o sol está prestes a sair por entre as nuvens.
O Coração vai bem. Ligeiro, quente e cheio. Ânsia, sossego.
Amor, infinito. À primeira vista, hoje e sempre.
Beijos e abraços*
P.S. Mandem notícias!
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